terça-feira, novembro 28, 2006

 
Caros colegas:

Para obter o Power Point da aula passada de História e Sociologia do Livro basta ir a Censuras.ppt.

sexta-feira, novembro 24, 2006

 
Uma língua que não se defende, morre.
José Saramago

Uma língua, num instante dado, ainda não existe, noutro instante depois já poderemos identificá-la, reconhecê-la, dar-lhe nome. Entre esses dois instantes, por assim dizer unívocos, é grande a dificuldade de apurar até que ponto o que há-de ser já está sendo, ou se o que foi já se transformou bastante para que seja possível antecipá-lo como forma do que será. É a mil vezes repetida metáfora da crisálida, vida entre duas vidas, simultaneamente criadora. Assim se terá feito a passagem do latim ao português, com aquela crisálida linguística pelo meio a tentar chegar aos mesmos significados através doutros significantes. Abusando dos privilégios generalizadores do ficcionista, em quem sempre habita alguma animadversão contra a inamobilidade dos factos, tenho afirmado que bem mais importante que o facto em si é o momento em que ele se produz, e que, sem uma compreensão geral de quanto no tempo os envolve, os factos tornam-se, não raro, ininteligíveis, apenas os salvando de se tornarem em enigmas o seu próprio peso bruto, que acaba por constituí-los como evidências mais ou menos incontornáveis. É por isso que alusões à hora, ao instante, ao momento, à época regressam com insistência a uma reflexão que deveria orientar-se unicamente para a situação actual, uma vez que é do actual estado da língua portuguesa que me propus ocupar. Ainda que, confesso-o, me fosse de grande gosto, além do proveito que me traria, saber que causas se congregaram para que o português escrito, e presumo que também o falado, atingisse um tão alto grau de beleza no século XVII, por exemplo, e que enfermidades o atacaram depois e o trouxeram, com algumas intermitências fulgurantes (Almeida Garrett em primeiro lugar), a esta outra crisálida em que se está preparando não sei que insecto, por todos os indícios, provavelmente, um mutante. Porém, muito mais do que saber que maleitas terão surgido nesse e noutros passados, importaria averiguar as causas, e propor os remédios, se ainda os há, para a acelerada degradação que está corroendo a língua portuguesa, essa que tanto nos envaidece chamar língua de Camões, sem nos perguntarmos se o mesmo Camões não a cuspiria da sua boca. Eu sei, ai de mim, que os optimistas são doutro parecer: dizem eles que a língua portuguesa não precisou de quem a cuidasse durante todos estes séculos e nem por isso se finou, que uma língua é um ser vivo e, como tal, eminentemente adaptável, que essa capacidade de adaptação é a própria condição da vida, e que, outra vez metaforicamente falando, depois de bem baralhados os naipes, sempre estarão na mesa as mesmas cartas, isto é, haverá língua portuguesa bastante para que os portugueses saibam do que estou a falar. Oxalá. Mas eu, se é preciso dizê-lo, por deformação original de espírito ou cepticismo que veio com a idade, não sou optimista. A convivência pacífica nunca foi a característica principal das coexistências linguísticas: por modos mais ou menos sub-reptícios sempre se estabeleceram modalidades de cerco, sempre se delinearam manobras de penetração, mas os vagares da História e a rudimentaridade das técnicas de comunicação, no passado, retardaram e alargaram os processos de envolvimento, absorção e substituição, o que nos permitia, sem maior inquietação, considerar que tudo isso era da ordem do natural e do lógico, como se na torre de Babel tivesse ficado traçado o destino de cada língua, vida, paixão e morte, triunfo e derrota, ressurreição nunca. Ora, as línguas hoje, batem-se. Não há declaração de guerra, mas a luta é sem quartel. A História, que antes não fazia mais que andar, voa agora, e os actuais meios de comunicação de massa excedem, na sua mais simples expressão, mesmo o poder imaginativo daqueles que, como o autor destas linhas, fazem precisamente da imaginação o seu instrumento de trabalho. Tecnicamente, a única diferença entre Homero e nós é que ele, segundo consta, falava apenas, e nós, mesmo quando falamos, temos uma escrita a informar o nosso discurso. Claro que desta guerra de falantes e escreventes não se esperam, apesar de tudo, resultados definitivos em pouco tempo. A inércia das línguas é um factor de retardamento, mas as consequências derradeiras, verificáveis não sei quando, mas previsíveis, mostrarão, então demasiado tarde, que o emurchecimento prematuro daquela árvore anunciava já extinção de toda a floresta. Línguas que hoje se apresentam como apenas hegemónicas em superfície tendem a penetrar nos tecidos profundos das línguas subalternizadas, sobretudo se estas não souberem, a tempo, encontrar em si próprias uma força vital que lhes permitisse resistir ao desbarato a que, de forma quase sistemática, se vêem sujeitas, agora que as comunicações no nosso planeta são o que são. Num livro que escrevi há alguns anos, chamado Viagem a Portugal, dei a um breve capítulo da parte consagrada ao Algarve o título “ O português tal qual se cala”. Não preciso de explicar porquê. Hoje, uma língua que não se defende, morre. Não de morte súbita, já o sabemos, mas irá caindo aos poucos num estado de agonia desesperada que poderá levar séculos a consumar-se, dando em cada momento a ilusão de que continua viva, e por esta maneira afagando a indolência ou mascarando a cumplicidade, consciente ou não, dos seus suicidários falantes. O quadro é, evidentemente, sombrio. Não faltará entre nós quem alegue, para contrariá-lo, a nova possibilidade de renovação e florescimento da língua portuguesa que nos é oferecida pelos países de África que, miraculosamente, no acto da sua independência, decidiram adoptar o português para sua língua oficial. Foi um acontecimento de grande importância, sem dúvida, mas que não seria prudente sobrestimar: mais do que uma decisão motivadamente sociocultural, foi um gesto de política pragmática que o futuro virá a confirmar ou não, quer por força das razões próprias, quer pela pressão envolvente das línguas periféricas. Acresce ainda que seria um acto de inadmissível abdicação entregar a outrem responsabilidades que são conjuntamente nossas, de nós, portugueses, que, sendo certo que não merecemos mais do que outros a língua por termos sido os criadores dela, também seguramente a não merecemos menos, quer nos direitos, quer nos deveres. Aliás, a frente principal da luta pela sobrevivência da língua portuguesa está no próprio país de origem: se nele se perder, há muitas probalidades de que venha a perder-se nos outros lugares do mundo que a falam. Não esqueçamos que as línguas se cercam umas às outras, não esqueçamos que a língua inglesa as cerca a todas e a todos nos cerca. Uma reflexão mais, esta sobre o ensino da língua nas nossas escolas. Não quero duvidar da competência de quem ensina nem da vontade de saber que morará no espírito de quem aprende, mas interrogo-me com apreensão sobre os motivos do baixíssimo nível de conhecimentos e da confrangedora inépcia com que gerações de estudantes de todos os graus lidam com a nossa língua quando a escrevem e quando a falam. Dizem que se trata de um fenómeno mundial, dizem-me que também no estrangeiro o erro de ortografia é rei e pouco lhe vai faltando para ser lei. Será, assim, mas evidentemente não é dos males alheios que poderemos esperar a cura das nossas próprias doenças. A escola, que tão mal ensina a escrever, não ensina, de todo, a falar. A aprendizagem elementar da fala e o desenvolvimento do falar estão entregues às famílias, ao meio técnico e cultural em que a ciência vai crescer, o que em si mesmo não é um mal, uma vez que assim costuma decorrer todo o processo de aprendizagem, pelo exemplo e pela exemplificação, sucessivos e constituidores. Mas a escola, não intervindo, como efectivamente não intervém, no processo edificador da fala, demite-se de uma responsabilidade em que deveria ser parte privilegiada, e, pelo contrário, vai receber o influxo negativo dos surtos degenerativos externos, assim “oficializando”, indirectamente, o errado e o vicioso contra o harmonioso e o exacto. E é facilmente verificável que a escola, não só não ensina a falar, como fala mal ela própria.

quarta-feira, novembro 22, 2006

 

AS BIBLIOTECAS E A LEITURA:
5 OLHARES
5 PERSPECTIVAS


28 de Novembro, às 21H30
Auditório da Biblioteca Municipal José Saramago, em Loures




Com
Ana Sousa Dias (moderadora)
Isabel Alçada
Fernanda Figueiredo
José Fanha
Cristina Paiva
Margarida Moreira

 

Teoria da Edição


Fiquei a pensar no assunto da segunda parte da aula. Depois de matutar qualquer coisinha no assunto, acho que não ficou definida a fronteira entre editor e crítico. Afinal, onde começa um e acaba o outro?
Que sentido faz eu, enquanto editor, emitir juízos de valor que ultrapassam em muito a minha esfera de acção. Só me parece lícito fazê-lo se me for solicitado. Senão vejamos: imaginemos que sou um arquitecto. Faço um projecto e dou-o a construir a um empreiteiro. A dada altura, o empreiteiro, ou o trolha, ou o servente, pouco importa, acha que fica melhor tirar um pilar e colocar uma parede de tijolo de vidro onde estava projectado uma parede enorme em vidro! Acho que nenhum arquitecto iria gostar desta liberdade, por muito jovem que fosse e por muita fama que o tal empreiteiro gozasse. Se tal acontecesse estaria o empreiteiro a castrar a liberdade criativa do autor ou a tornar a sua obra mais rica do ponto de vista estético?
Tal como acima descrevo, o autor é o criador, o editor é apenas e só o executante, como tal, não deve, grosso modo, interferir no trabalho criativo, pois uma coisa é eliminar lacunas, falhas, a outra é haver uma intromissão no conteúdo. Não me parece bem, nem digno de profissionalismo um procedimento destes.
Se for comprar um maço de cigarros não vou gostar de ouvir, da parte do vendedor, juízos de valor acerca dos malefícios do fumo. O problema é meu, a responsabilidade é minha. Da mesma forma, era muito asno se resolvesse culpabilizar a pessoa que me vendeu os cigarros se me fosse diagnosticada qualquer doença.
Quem achou piada ao facto de, durante anos, os frescos nus da Capela Sistina terem sido vestidos? Deve ter sido algum editor iluminado que tinha um refinado requinte estético para impor a sua vontade à vontade do autor.
Onde fica afinal o livre arbítrio criativo do autor? Se assim não for, podemos afirmar que os ilustres senhores do lápis azul eram excelentes editores. Afinal a censura não foi senão uma miragem, um devaneio de uns quantos autores. Estes deviam é estar gratos a esses senhores, tal como nós!!!

terça-feira, novembro 21, 2006

 
caros colegas, aqui estão os links para outras terras e paisagens do livro:

http://www.bne.es/
http://www.nationallibraryofengland.com/
http://www.nli.ie/fr_cata.htm
http://www.vatican.va/library_archives/vat_library/index_po.htm
http://bav.vatican.va/en/v_home_bav/home_bav.shtml
http://www.theeuropeanlibrary.org/portal/index.html

e ainda este ano estará online a Biblioteca Digital Europeia

segunda-feira, novembro 20, 2006

 

Pelos vistos a Nova Gente também fez o relatório do lançamento...

sábado, novembro 18, 2006

 
Já lá vai uma semana... mais, mas não me sai da cabeça!!! Mas que bela soirée! Havia ali, atrevo-me mesmo a dizer, qualquer coisa de queirosiano. Talvez a pompa, as pessoas finas, para onde quer que se olhasse lá estava um VIP, um ramalhete bem variado: ele era políticos, ele era actores, ele era actrizes, ele era jornalistas, ele era escritores, ele era artistas a perder de vista, ele era distintas senhoras deleitosamente vestidas e devidamente arranjadas, havia mesmo umas quantas que tinham, pelo menos, duas de mão de base! Ah pois, que ter apenas a pele esticada até ao limite, à guisa de um tambor, não chega, há disfarçar com arte.
Uma coisa digna, eu acho. Que invejável constelação. Nunca tal me passou pela cabeça até ter entrado por aquelas fitinhas vermelhas que serviam de passagem entre a terra e o céu.
A apresentação casou perfeitamente com o resto, ou não fosse a moldura tão importante quanto a tela! E pronto, socializa daqui, socializa dali, até que de repente todos na mesma direcção, ali bem arrumadinhos naquele corredor. Se tivesse uns varões de alto a baixo parecia o metro em horas de aperto! A apresentação propriamente dita foi bem descontraída, divertida, como convém, arrancando mesmo umas quantas gargalhadas à encantadora beautiful people. Acho que isso provocou mesmo algumas fissuras no estuque de algumas daquelas senhoras.
Para engalanar aquele espectáculo digno de nota, o catering deu uma mãozinha: acepipes exóticos com nomes estranhos, apesar de alguém ter reivindicado as belas das pataniscas, um horror!!! Uma coisa posso jurar: não foi nenhum dos execráveis penetras (leia-se: nós). A dada altura até nós fizemos parte dos devoradores daquele repasto, acho que foi nesse momento que me senti menos transparente. Mas devo confessar, perdi a transparência quando o homem da noite, perdoem-me os outros mas foi aquele que me fez ir até ali, trocou algumas palavras connosco como mote para nos apresentar um escritor americano com o qual teremos a ocasião de privar mais para adiante no curso.
E eis que fui um beautiful people por horas, mas esta áurea foi-me passando com o avançar da noite, até porque não podia ir em grandes devaneios, não fosse eu, àquela hora da noite, perder o autocarro.

sexta-feira, novembro 17, 2006

 


Se me permitem a comparação...

um legislador faz leis ao abrigo de outras leis, que por sua vez vão de encontro com outras, e o objectivo é de progredir (de retroceder em muitos casos, mas não vamos falar de política), aperfeiçoar um sistema (idem aspas), fazer com que determinados ideais vinguem, etc...

um editor não deve ser diferente. o seu livro para que seja visível ou para que o seu conteúdo vingue, precisará responder em primeiro lugar, a um conjunto de leis de mercado, para depois criar as suas ou personalizar aquelas em função dos seus objectivos. o markting é apenas uma ferramenta, moldável, flexível e adaptável à "realidade". é o livro que deve determinar a estratégia de markting e não o contrário.


sexta-feira, novembro 10, 2006

 
Código do direito de autor
Artigo 196.º(Contrafacção) 1–Comete o crime de contrafacção quem utilizar, como sendo criação ou prestação sua, obra, prestação de artista, fonograma, videograma ou emissão de radiodifusão que seja mera reprodução total ou parcial de obra ou prestação alheia, divulgada ou não divulgada, ou por tal modo semelhante que não tenha individualidade própria. 2 – Se a reprodução referida no número anterior representar apenas parte ou fracção da obra ou prestação, só essa parte ou fracção se considera como contrafacção. 3 – Para que haja contrafacção não é essencial que a reprodução seja feita pelo mesmo processo que o original, com as mesmas dimensões ou com o mesmo formato. 4 – Não importam contrafacção:a) A semelhança entre traduções, devidamente autorizadas, da mesma obra ou entre fotografias, desenhos, gravuras ou outra forma de representação do mesmo objecto, se, apesar das semelhanças decorrentes da identidade do objecto, cada uma das obras tiver individualidade própria;b) A reprodução pela fotografia ou pela gravura efectuada só para o efeito de documentação da crítica artística.


«(...) O marajá de Gwalior, esse, era antes um obcecado pela caça: matou o seu primeiro tigre aos 8 anos e nunca mais parou – aos 40 tinha morto mil e quatrocentos tigres, cujas peles revestiam por inteiro todas as divisões do seu palácio. (...)»Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 246, 1ª Edição, 2003
«(...) Bharatpur bagged his first tiger at eight. By the time he was 35, the skins of the tigers he’d killed, stitched together, provided the reception rooms of his palace with what amounted to wall to wall carpeting. (…) The Maharaja of Gwalior killed over 1400 tigers in his lifetime...)».Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 174. 2ª Edição, 2003

Se afinal contra factos existem argumentos, que sejam os da paulada... porque os outros não sei se quero ouvir...

 



Traduções Selvagens I

AB OVO - com ovo.
Ex. 1: «Que eu saiba, as omoletas só se fazem ab ovo.»
Ex. 2: «Basta enfiar o dedo no cu para perceber que esta galinha está ab ovo.»

A POSTERIORI- no cu.
Ex. 1: «Queres que eu pague a conta? A posteriori!»
Ex. 2: «Se é a posteriori, é uma hemorróida.»

A PRIORI - ao prior.
Ex. 1: «Confessaste-te a priori?»
Ex. 2: «Quem é que apalpou a posteriori a priori?»

CURRICULUM VITAE - diarreia.
Ex. 1: «Estás pálido. Estás outra vez com curriculum vitae?»
Ex. 2: «Não há papel que chegue para o curriculum vitae do Dr. Mota!»

DE GUSTIBUS NON EST DISPUTANDUM - as putas dizem que não gostam de andar de autocarro.
Ex.: «Dá-lhe mais 500$00 para o táxi.
Bem sabes que de gustibus non est disputandum.»

DEUS EX MA CHINA - Deus é uma máquina.
Ex. 1: «Fui a Fátima e a minha filha ficou curada.
De facto, Deus ex machina.»
Ex. 2: «Este é que é o teu novo Ferrari? Meu Deus - ex machina!»

DEO GRATIAS- deu de borla.
Ex.: «A primeira tive de pagar. Depois deo gratias.»



Para o Papa, The Game

Neste mês de Maio, temos uma ilustre visita. Depois de ler aten­tamente o texto que se segue, tente adivinhar quem poderá ser. Não se deixe levar pelas falsas pistas que astutamente foram lançadas só para o confundir. Diverti-vos, filhos meus!

PAPAÇORDA, PAPALAGUI, PAPA DOC, MAMAS AND PAPAS, PAPAS DE SERRABULHO, PAPALIXO, PAPA MAIZENA, ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL, PAPAGENO, PAPAR, BEA­TRIZ COSTA, PAPAIEIRA, PAPAÚLHA, COMER AS PAPAS NA CABEÇA, FAZER EM PAPAS, PAPA WAS A ROLLING STONE, PAPAS TODAS, PAPARAZZI, PAPAGIO, PAPÃO, PAPA FORMIGAS, PAPALÉGUAS, PAPANICOLAU, PAPAN­DREU, PAPA-INQUÉRITO, PAPA-ABELHA, PAPADA, PAPAFIGOS, PAPA-FINA, PAPA-MISSAS, PAPA-HÓSTIAS, PAPA-JANTARES, PAPALVO, MANUEL REIS, PAPAZES, PAPA­VERINA, PAPA-MOSCA, PAPAPINTOS, PAPAMICHAELIS, PAPARRAZ, PAPARRETA, PAPANÇA, PAPA-MEL, PAPADO­PULOS, PAPA-TABACO, PAPÁVEL, PAPA PURA SOCIEDA­DE HOTELEIRA, PAPARROTADAS, PAPA-SANTOS, PAPAIA, APAPARICADO, PAPAGUEAR, PAPAI, PAPINA, PAPARI­CAR, PAPAROCA, PAPAROTE, PAPARROTÃO, PAPAZANA, PAPEAR, PAPEIRA, PAPARIS.

quinta-feira, novembro 09, 2006

 

quarta-feira, novembro 08, 2006

 
Adenda ao COMUNICADO:

Em complemento ao comentário do Carlos:

Já lá vão três aulas que não foram dadas devido a uma questão puramente de organização da Pós-graduação. É indesculpável o que se está a passar com Tópicos de Teoria da Literatura.

Faço a sugestão para a turma - ou a parte dela que tem Teoria da Literatura - vir convenientemente munida na próxima 5a... só para o caso de se repetir a graça.

Saudações Literárias

terça-feira, novembro 07, 2006

 
História e Sociologia do Livro

a morada do site da Biblioteca Nacional onde estão as obras digitalizadas on-line:
http://purl.pt/index/geral/PT/index.html

Em http://purl.pt/index/porbase/date/PT/index.html têm as digitalizações organizadas por datas, no entanto é só do século XV em diante...

Bom trabalho!

sexta-feira, novembro 03, 2006

 
COMUNICADO
A sala de aula surreal ou o seu súbito desaparecimento

Desapareceu uma sala de aula, dão-se alvíssaras a quem a encontrar.

O que é uma sala de aula?
Bem, pode ser muita coisa, mas fiquemo-nos pelo mais óbvio: espaço onde permanecem cíclica e temporariamente alunos e professores, uns de um lado, outros de outro, em U, em V, em K, em L, em M... onde se partilham saberes.
Uma sala de aula pode ser qualquer espaço, no qual alguém transmite ensinamentos a outrem, mais ou menos interessantes, pouco importa para o caso.
Um bosque, apenas uma árvore, uma cadeira, uma mesa, um quadro cibernético, datashow, um espectáculo multimédia, virtual, digno de ser visto.
E a sala de aula? Alguém a viu? Terá sido raptada por uma faculdade vizinha com dificuldades orçamentais?
Que dia é hoje? De que ano? Século XXI? Lisboa? Universidade Nova? Mestrado? 400 + 400 + 1200 euros?
Afinal, será assim tão complicado arranjar uma sala de aula, às quintas-feiras, das 18 às 21 horas, que albergue 25 almas acompanhadas dos respectivos corpos?

Viva o nacional porreirismo!
Viva a balda generalizada!
Viva eu, viva tu!

quinta-feira, novembro 02, 2006

 
Critica Textual

Informa-se que estão na "Casa das Folhas" dois documentos, referentes à cadeira da prof.ª Irene Nunes, para fotocopiar.

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