sexta-feira, dezembro 22, 2006

 
Votos de Boas Festas a todos os Colegas e Professores deste talvez Mestrado...

quarta-feira, dezembro 06, 2006

 
Ora aqui está um belo exemplo em como o editor não deve alterar o texto ao autor só porque sim!!! Esta é para descontrair... em português do Brasil que também vale:

"Esselentíssimo juiz"

Ao transitar pelos corredores do fórum, o advogado (e professor) foi chamado por um dos juízes:
- Olha só que erro ortográfico grosseiro temos nesta petição.
Estampado logo na primeira linha do petitório lia-se:
"Esselentíssimo Juiz".
Gargalhando, o magistrado lhe perguntou :
- Por acaso esse advogado foi seu aluno na Faculdade?
- Foi sim - reconheceu o mestre. Mas onde está o erro ortográfico a que o senhor se refere?
O juiz pareceu surpreso:
- Ora, meu caro, acaso você não sabe como se escreve a palavra excelentíssimo?
Então explicou o professor-catedrático:
- Acredito que a expressão pode significar duas coisas diferentes. Se o colega desejava se referir a excelência dos seus serviços, o erro ortográfico efetivamente é grosseiro. Entretanto, se fazia alusão à
morosidade da prestação jurisdicional, o equívoco reside apenas na junção inapropriada de duas palavras. O certo então seria dizer: "esse lentíssimo juiz".
Depois disso, aquele magistrado nunca mais aceitou o tratamento de "Excelentíssimo Juiz" sem antes perguntar:
- Devo receber a expressão como extremo de excelência ou como superlativo de lento?

 
Provocação para a próxima sessão de Teoria da Edição

O que pretende um escritor quando faz uma edição de autor?

Dinheiro?
Não será certamente.

Fama?
Talvez, mas não será o caminho mais fácil para a atingir.

Estatuto social?
Nalguns casos.

Impressionar os amigos, as possíveis namoradas e os inimigos?
Não será preferível comprar um descapotável em segunda mão?

segunda-feira, dezembro 04, 2006

 
A ler

Um post do Francisco José Viegas, no seu A Origem das Espécies, e mais uma acha para a fogueira da famigerada TLEBS - Terminologia Linguística para o Ensino Básico e Secundário.

Algumas achegas a este tema aqui, aqui e ainda aqui.

Depois do post do Carlos sobre a defesa da língua, gostava de saber a vossa opinião sobre isto.

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